No último dia 30 de janeiro de 2019, o prefeito publicou no Diário Oficial o Balanço resumido das Receitas e Despesas, realizadas nos 12 meses do ano de 2019, como é obrigado pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Todavia, o cidadão contribuinte que pretendia conferir onde foram parar os quase 300 milhões de arrecadação de 2019, sequer consegue identificar os números dos balanços, os quais foram fotocopiados ou escaneados de forma tão ilegível que geram a suspeita de que o prefeito não quer que o cidadão santa-helenense saiba quanto, como e aonde foram gastos os quase 300 milhões disponíveis em 2019, entre excessos de arrecadação e saldos de balanço.

Segundo várias reclamações de pessoas que acompanham regularmente o Diário Oficial e, especialmente, os dados dos balanços da destinação das receitas e despesas, já no semestre passado, o balancete apareceu todo “borrado”, impossibilitando a leitura, como se fosse de propósito, já que todos os demais editais e contratos publicados no Diário Oficial estão nítidos.

Diante disso pretendem entrar em contato com os vereadores para que tomem providências exigindo nova publicação ou requisitando cópia legível, além de encaminhar denúncia ao Tribunal de Contas, entendendo que o prefeito não está cumprindo com a Lei de Responsabilidade fiscal e que existe a intensão de sonegar informações ao cidadão contribuinte que paga os impostos e os salários do prefeito e bem como dos servidores que assinaram o balanço, tais como contador e secretário(a) de finança.

São ao todo 50 páginas incompreensíveis e ilegíveis, cuja leitura ou análise dos números é impossível, entendendo que o prefeito não pode alegar economia, já que não existe nenhum custo na publicação eletrônica, a não ser a má vontade e a desconsideração com o contribuinte.

Afinal o mesmo prefeito que “economizou” na clareza da impressão de tão importantes informações do destino das receitas e despesas de 2019, é o mesmo que gasta mais de 100 mil reais mensais com a imprensa oficial para promoção disfarçada, sob a denominação de publicidade institucional em que, todos copiam e colam as matérias da assessoria de imprensa da prefeitura, sem nada reclamar ou se atentar aos graves descasos do poder público que ocorrem  em cada canto do Município, especialmente na utilização dos quase 300 milhões das receitas do contribuinte.

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