Após a edição de uma Lei pelo ex-presidente FHC, que tinha por objetivo, atrair a iniciativa privada para ações públicas, proliferam as tais ONGs, conhecidas com Organizações privadas sem fins lucrativos.

Todavia, tais “organizações” se especializaram em prestar serviços de toda sorte para órgãos públicos, até de serviços essenciais, como é o caso da saúde, especialmente, para prefeitura que recebem vultosas somas em Royalties, como é o caso de Santa Helena.

Apesar de se denominaram “organizações” sem fins lucrativos, de não lucrativo tem pouca coisa, pois já existem inúmeras inquéritos e ações civis públicas, movidas pelo Ministério Público, que compraram que, grande parte dos recursos recebidos por essas “ONGs”, são distribuídos entre seus diretores e, especialmente, consumidos com contratações das tais “consultorias ou assessorias pro bônus”, que, como constatado em um inquérito, retiradas chegaram a 80 mil reais mensais.

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