Mesmo com todos esses riscos, os gestores públicos, preferem e continuam com a “parceria” dessas “organizações”, e os motivos são diversos: o controle ou indicação políticas, a possibilidade de utilizar os recursos do Royalties como pagamento, a concessão de toda sorte de benefícios ou ajuda financeira, tudo sem entrar nos limites impostos pela lei de responsabilidade fiscal e utilizando os Royalties.

Planilhas obtidas das licitações, demonstram que os custo dessas contratações terceirizadas, podem chegar a mais de 200% do que o Município dispenderia se contratasse ou desenvolvesse diretamente as ações ou atividades.

Aliás, estudos do Municípios que instituíram o Fundo dos Funcionários e, contratam apenas funcionários efetivos, o custo dos encargos, além dos salário, cai para 37%.

Todavia para gestores que pensam na próxima eleição e não na próxima geração, isso pouco importa, e as lições dos milhões de prejuízos assumidos, tais como o exemplo do “instituto confiance” com indenizações trabalhistas, que ainda se arrastam, não parece despertar a consciência dos agentes públicos, muito menos pensar em reduzir a máquina administrativa, ao contrário, da prefeitura hoje dependem mais de três mil servidores e terceirizados, mais que o número de empregos de toda a indústria, comércio e prestadores de serviços privados do Município, com o agravante de que, agentes públicos não geram renda ou produção, consomem receitas dos impostos dos contribuintes.

Em tempo, novo Diretor Saúde deve ser membro, também de “ONG“, observatório, afinal, todos já foram acomodados, pela “grande” contribuição a “transparência”…

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