Tratamento privilegiado: vários vereadores, ao aprovarem mais um milionário incentivo a LAR, quase 3 milhões em horas máquinas, se revezaram em destacar que a atual administração, como as anteriores, são generosas e, extremamente, rápidas em aprovar benefícios milionários ao conglomerado LAR, enquanto que os pequenos empresários locais, sofrem com os minguados incentivos, além de uma fiscalização cerrada de duas comissões que, ao invés de resolveram as situações de dezenas da pequenas indústrias, impõe toda sorte de restrições, que não são impostas ao grandes beneficiados, além dos processos de regularização se arrastarem há mais de uma década.

Cada emprego custa mais de 100 mil: vereadores lembraram que já passou da hora de investir nas pequenas indústrias, lembrando que a LAR já recebeu mais de 100 milhões de incentivos e, como informou que emprega diretamente, 969 pessoas, cada emprego custou mais de 100 mil, quando o SEBRAE afirma que os incentivos que são destinados as pequenas empresas ou indústria, geram um emprego a cada 20 ou 30 mil reais investidos, ou seja, 3 ou 4 vezes mais.

Não é por fala de Assessorias Jurídicas: vereador, também lembrou que a demora na solução da regularização das pequenas indústrias, certamente não é por falta de comissões e Advogados, já que o prefeito acabou de nomear o 6º advogado, sem contar com as assessorias jurídicas “pro-bônus” extras. Aliás, alguns advogados, na atual gestão, quase dobraram os salários com dezenas de horas extras e hoje as assessorias custam mais de 100 mil mensais aos contribuintes. Aliás, uma das soluções mais inusitadas das assessorias “pro-bônus”, é que a LAR, recebeu a grande maioria das terras e instalações de Vila Celeste, através de uma “dação em pagamento”, como compensação, por um ex-prefeito, não ter cumprido a promessa de investir o valor combinado. Tudo “legal”, é claro!

Falta de visão: a indicação ou decisão de passar apenas uma “lama asfáltica” sobre as ruas estreitas de pedras irregulares que dão acesso as instalações da Universidade UTFpr, demostrada o desconhecimento e importância da nossa principal indústria “sem chaminé”, cujo acesso é um dos piores, estreitos e sem placas indicativas, inclusive nas ruas internas que continuam sem calçamentos e ficam empoeiradas ou na lama, quando chove, quando deveríamos ter uma ampla Avenida para acesso. Mas a cultura nunca foi uma “ampla Avenida” para os políticos, no máximo um “lama asfástica”.

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