Apesar dos milhões despendidos com contratações de empresas de limpeza terceirizadas e, de toda a estrutura e equipamentos do Município, os quais consomem quase 100 milhões por anos, somente com a movimentação da máquina pública e também a mesma quantidade com pessoal.

A atual gestão, deixa até a desejar, no gerenciamento e fiscalização da coleta de lixo, que nestes últimos meses, tem se agravado com a acumulação, espalhamento e, pelo não recolhimento regular ou rotineiro, bem como, pela má conservação das lixeiras espalhadas, principalmente pelos bairros, como demonstram as imagens do Conjunto Padre Martinho, sendo que problemas semelhantes se repetem em outros bairros como São Luiz.

Os problemas e consequências são evidentes, vez que, além do mau cheiro, que ocasiona toda sorte de proliferação insetos e doenças, também existe o problema ambiental, que apesar da Município despender grandes somas na publicidade para divulgação do turismo, ainda não fez o seu dever de casa e, nem se trata de falta de recursos. Daí a queixa dos moradores, especialmente dos bairros.

Aliás, a Prefeitura é alvo, nos últimos tempos, de inúmeras notificações, processos e multas aplicadas pelos órgãos ambientais, tais como IAP e Polícia Ambiental, em face do descaso ou destruição de árvores de praças e do próprio Refúgio Biológico, onde até a Itaipu, apura os danos e reparos por seus responsáveis.

Ideias Inovadoras.

Fonte: Portal saneamento básico.

Prefeituras do Paraná se unem para destinar 115 mi/t de lixo.

Aos poucos, a criação do Consórcio Intermunicipal para a Gestão e Tratamento de Resíduos Urbanos do Oeste do Paraná se concretiza e 33 já assinaram adesão. O prazo para a aprovação de leis municipais vai até setembro, quando começa a ser discutida a estruturação do consórcio propriamente dita.

Esses municípios que já confirmaram presença na estrutura macrorregional geram mais de 313 toneladas por dia de lixo, quase 115 milhões de toneladas por ano. Em toda a região, são gerados cerca de 255 milhões de toneladas/ano.

A ideia é unir esforços de modo que os municípios possam cumprir efetivamente com a lei federal de resíduos (12.305/2010), que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, dando prazo para o fim dos lixões e evitar a sobrecarga de aterros, partindo da premissa do reduzir, reutilizar e reciclar.

A lei, que tinha como prazo máximo 2012, sofreu várias prorrogações. E, apesar de ser considerado uma das regiões mais ricas e desenvolvidas do Estado e do País, o oeste ainda conta com pelo menos dez lixões.

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